Análise combinatória

Por que letras e números nas placas de automóveis?

         Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, instituído em 1997, todos os veículos em circulação pelas ruas e estradas do país devem apresentar uma placa de identificação dianteira e outra traseira com o estado e município de origem, além de um código alfanumérico composto de três letras combinadas com quatro algarismos.

         Até o final da década de 1960, essas placas eram apenas numéricas com, no máximo, seis algarismos. Nas três décadas seguintes, os automóveis circulavam com placas de duas letras e quatro dígitos numéricos, como EF-3426. Assim, seria possível emplacar 6.759.324 veículos em todo país, excluindo as placas com 0000, que não estão disponíveis ao público.

         A partir do final da década de 1990, as possibilidades combinatórias com duas letras e quatro algarismos se esgotaram devido ao crescimento da produção automobilística nacional e ao aumento de veículos importados.

analise

A solução encontrada, a partir de então, constituiu em se aumentar uma letra no modelo combinatório anterior, gerando placas do tipo CSU-5051.

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